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terça-feira, 23 de julho de 2013

[Oneshot] Mais uma fase [Livre]

Heey \o/
Mais uma one para vocês xD


Título: Mais uma fase
Livre
Oneshot
Gênero: romance, comédia
Personagens: Kazunari, Aiba, Ayumi, e membros do Arashi
Resumo: Os jogos estão cada vez mais afastando o Kazunari dos outros, o que será que os outros irão fazer para que ele dê mais atenção ao trabalho? Mesmo Kazunari sabendo disso, ele também quer diminuir seu vício, mas como? Mas isso muda quando ele conhece uma garota atrapalhada.
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

- Vamos Nino! – Jun
- Calma, só me deixa terminar essa fase – jogando como sempre
- Calma nada! Já estamos atrasados – pegando o DS de sua mão
- Por que fez isso? – bravo
- Temos que ir!
- Ah! – fazendo bico
            O Arashi estava atrasado para mais uma reunião sobre sua nova tour “Beautiful World”; chegando lá, todos já estavam em seus lugares e os encaravam. – Viu só o que você fez! – disse Jun, sussurrando para o Kazunari
- Não tenho culpa! – sussurrou de volta.
            Já fazia algum tempo que os membros da banda estavam ficando irritados com o Kazunari e seus videogames.

Uma semana atrás...
- Nino vamos sair? – disse Ohno, com o Sho ao seu lado
- Desculpa Riida não vai dar
- Por que? – disse Sho
- É que estou quase terminando essa fase – sorrindo
- Vamos deixar ele ficar com os jogos – disse Sho, um pouco irritado

Um pouco antes disso...
- Nino me ajuda aqui? – disse Jun, com algumas caixas na mão
- Ta, só deixa eu chegar onde eu quero – jogando
- Deixa que eu te ajudo – disse Aiba, pegando algumas caixas
- Arigatou – aliviado – Pelo visto temos que fazer as coisas aqui sem ele – resmungou
- Deixa o Nino jogar, afinal ele está fazendo algo que gosta
- Mas ele bem que podia largar um pouco ele, para sair ou ajudar mais.
- É verdade...

Depois da reunião...    
- Podemos ir para casa? – perguntou Ohno, se jogando num sofá
- Ainda não, ainda temos uma seção de fotos – disse Jun, rindo um pouco
- Já não agüento mais também – disse Aiba se jogando também no sofá.
- Calma daqui a pouco nós iremos – disse Sho
-... Onde está o Nino? – perguntou Jun, olhando sua volta
- Ué? Ele não estava aqui até agora a pouco? – perguntou Aiba
-... Depois nos preocupamos com ele – disse Ohno, se levantando do sofá – Vamos terminar isso logo, mal posso esperar para chegar em casa
- Hahaha não fala assim, pense nos fãs – disse Sho, batendo em seu ombro – Gambatte!
- So desu ne – riu
            Kazunari foi até uma loja de videogames para comprar a continuação do jogo que acabara de terminar – Mal posso esperar pela continuação – pensou – Onde será que está? – disse para si mesmo, procurando nas prateleiras, até que bem ao fundo encontrou, mas só havia um. – Nossa, o jogo deve ser demais! – foi correndo até lá, mas quase atropelou uma garota, que parou bem na frente do jogo
- Ah! – ela gritou
- Vê se olha por onde anda! – reclamou
- Tirou as palavras da minha boca
- Com licença – disse, pegando o jogo atrás dela – Não posso ficar perdendo meu tempo aqui
- Ei!
- O que foi agora?
- Eu ia pegar esse jogo!
- Falou muito bem ia! – voltando a andar
- Ah! Que droga – resmungou – Que raiva desse cara, quem ele pensa que é – por ele estar disfarçado ela não percebeu quem ele era.
            Saindo da loja, Kazunari voltou para a agência e lá só recebeu reclamações – Onde você estava? – reclamou Jun
- Fui comprar um jogo
- Não dava para comprar depois? – disse Sho
- Esse era o último
- E dai? Daria para você comprar outro dia – disse Ohno
- Por que vocês estão tão estressados? Já estou aqui, agora vamos para a seção de fotos
- Já fomos – disse Aiba
- Que?
- Faltou só você – disse Sho
- Vamos indo na frente – disse Jun
- Hm – fez bico
            Kazunari ficou o resto do dia trabalhando, já que por causa dos jogos se atrasou em muitas coisas. À noite, com fome ficou com vontade de comer sanduíches, então foi no restaurante perto de sua casa – Que fome! – disse, entrando. Ficou na fila, fez o pedido, porém na hora de levar o lanche para a mesa, esbarrou em uma garota, fazendo com que seu suco caísse em sua roupa – Ah! – resmungou – Olha por onde anda! – reclamou, colocando a bandeja em uma mesa – Droga, era minha camisa favorita
- Você que não viu por onde anda – respondeu
- Já ouvi essa voz... Ah! – apontando para ela
- Você não sabe que apontar para os outros é feio?
- Você é a garota da loja!
- Para de gritar. Não vou perder meu tempo aqui.
- Você vai pagar a lavanderia!
- Deixa de ser folgado, que dá para tirar isso muito bem em casa – saindo
- Droga – correndo atrás dela – Você me deve uma camisa nova – pegando o braço dela
- Me solta! – se soltando e correndo
-... Droga perdi uma camisa, e um suco – voltando para o restaurante
            Kazunari comeu seu lanche e foi para casa de mau humor, logo Aiba ligou para ele querendo conversar – Desculpa Aiba-chan, mas não vai dar
- Desculpa Nino, mas já estou na porta da sua casa
- Que? – surpreso e indo até a porta – Então por que você não bateu? – abrindo a porta
- Porque eu queria saber sua resposta – riu, entrando – Vi que acabou de chegar, como foi o trabalho?
- Cansativo – fechando a porta
- Nossa o que houve com sua camisa?
- Uma doida esbarrou em mim, e derramou suco em mim; espera um pouco já volto – indo para o quarto – Mas sobre o que você quer conversar? – colocando a camisa
- Sobre seus jogos... – sério
- O que tem eles?
- Eles estão te afastando do Arashi
- Que?
- Por causa dos seus jogos, você não tem mais saído nem ajudado muito a gente; já estamos ficando irritados com isso, principalmente o Matsujun.
- Mas o Jun-pon anda muito estressado esses dias mesmo
- Por sua culpa; Nino... até parece que você se preocupa mais com seus jogos do que com o Arashi
- Não... é óbvio que me preocupo muito com o Arashi
- Então por que você não dá um tempo com os jogos?
- Vou tentar Aiba-chan – sorriu
- Posso mesmo acreditar?
- Claro!
- Ok, tenho que ir
- Já?
- É que marquei de sair com uns amigos
- Hm... ta – abrindo a porta para ele
- Jya nee
- Oyasumi
            No dia seguinte, Kazunari jogou menos, mas mesmo assim não estava agradando muito todos – Ele vai se “afastando” do jogo aos poucos, só não fiquem muito estressados – disse Aiba. À tarde, na hora do almoço, Kazunari saiu da agência para almoçar no mesmo restaurante que ontem, pediu a mesma coisa e se sentou; logo em seguida entrou uma garota, a garota que esbarrou nele duas vezes só em um dia – Droga – pensou os dois, mas ele estava muito desanimado pelo o que o Aiba havia lhe dito na noite passada; preocupada com ele, ela foi até lá
- Er... – ela disse
- O que você quer?
- Calma, só vim saber se você está bem
- Por que?
- Porque ontem você estava sorrindo, e hoje está com cara de que comeu algo e não gostou
- Não é da sua conta
-... Toma – lhe entregando um pouco de dinheiro
- Por que está me dando isso?
- Para pagar a lavanderia para você – se levantando – Com licença – indo para outra mesa. Ele apenas a observou. Assim que ela terminou, se levantou e saiu e ele foi atrás
- Ei! – gritou
- O que foi?
- Qual é o seu nome?
- Ayumi e o seu?
-... Kazunari – com medo da reação dela, mas ela não fez nada – Não preciso do dinheiro – devolvendo
- Que? Mas ontem você...
- Desculpa, mas é que ando meio estressado esses dias
- Por causa do trabalho?
- É...
- O que aconteceu?
            Precisando muito desabafar, ele logo contou tudo á ela, no inicio foi estranho afinal nem se conhecem, mas com o tempo foi como se conhecessem há muito tempo -... Acho que seus amigos tem razão – ela disse
- Que?
- Tudo tem seu tempo, e você não pode reservar todo o seu tempo para os jogos...
- Mas como vou fazer isso?
- Você com certeza deve ter algum momento de descanso ou algo parecido, é nesse momento que você pode jogar agora jogar no horário de trabalho é complicado... – desanimou
- Mas não sei fazer isso, não consigo parar de jogar, e você não deve entender como é
- Engano seu... entendo perfeitamente. Eu sou assim...
- Que?
- Sou exatamente igual a você, mas as pessoas que estavam comigo se afastaram de mim, o que não aconteceu com você... Mas isso não vem ao caso. O caso é que você tem que pensar que deixar um pouco os jogos de lado é mais uma fase, mais um desafio para você na qual não deve desistir. Ah... desculpa tenho que ir – olhando para o relógio
-... Hm...
- Desculpa se falei demais, jya – se afastando dele
-... – o que ela acabara de dizer ficou em sua cabeça o dia inteiro – Aiba-chan você pode vir na minha casa? – ligou para o amigo
- Claro Nino, já estou indo ai
            Rapidamente Aiba chega em sua casa, e até começarem a falar sobre o assunto, Kazunari enrolou. Quis assistir TV, preparar algo para beber... – Nino fala logo o que você quer
- Ah, Aiba-chan... hoje eu conheci uma garota
- Hm...
- E ela me disse algo que não quer sair da minha cabeça
- Ela se declarou para você? – riu
- Não! Ela me falou algo sobre que deixar os jogos um pouco de lado é mais uma fase para mim, na qual eu não devo desistir...
- Hm... e?
- E que estava pensando e quero que você leve todos os meus jogos com você
- Que?
- É o único jeito que encontrei de não jogar mais
- Nino a questão não é fazer você parar de jogar, mas sim, dar mais atenção ao seu trabalho
- Eu sei, mas não consigo deixar de jogar
- Desculpa Nino, mas deixando os jogos comigo apenas deixará você mais irritado.
- Mas...
- Primeiro... me responda uma pergunta
- Hm – afirmou com a cabeça
- Seja sincero
- Hm
- Qual é o nome da garota que você conheceu? – riu
- Cho... tto! – riu, parecendo cair com sua pergunta – Esperava uma pergunta mais séria – riu
- Haha, mas já que fiz a pergunta então responda
- O nome dela é Ayumi – timidamente
- Que nome lindo, e como vocês se conheceram?
- Desculpa, mas o assunto é sobre mim ou ela?
- Os dois – riu – O que você sente por ela?
- Acho que não gosto nem desgosto
- Isso não existe, ou você gosta ou não
- Claro que existe! Olha o meu caso – riu – Mas voltando ao assunto... o que eu faço para dar mais atenção ao Arashi?
- Pense Nino... o que é mais importante para você, o Arashi ou os seus jogos? Pense um pouco e depois me diga sua resposta – Kazunari fez o que ele pediu, mas instantaneamente o dia em que ele conheceu a Ayumi lhe veio à cabeça, então negou a cabeça rapidamente – Haha vejo que sabe sua resposta, me fala
- Não é nada Aiba-chan, mas o mais importante para mim é o Arashi e sempre será
- Então você tem que pular para essa fase, você escolheu o caminho do Arashi deixando para trás os jogos, mas obviamente não precisa deixá-los definitivamente para trás, você pode jogar ás vezes.
-Hm – afirmou
- Nossa já está tarde e temos que acordar cedo amanhã – olhando para o relógio – Acho melhor eu ir para casa, se chegarmos atrasados amanhã o Matsujun vai ficar uma fera – riu – E não quero saber de você ficar jogando direto, tá?
- Tá, arigatou Aiba-chan pela conversa
- Doitoshimaste [de nada] jya oyasumi
- Oyasumi
            No dia seguinte, Kazunari deixou os jogos de lado e ajudou muito todos os membros da banda, deixando Jun surpreso – Nossa o que será que aconteceu com o Nino? – perguntou Sho observando o Kazunari conversando com o staff sobre o show
- Tivemos uma conversa ontem à noite – disse Aiba ao seu lado.
- Ei vocês não vão me ajudar aqui? Preciso da opinião de vocês também – olhando para eles.
            Mais tarde Kazunari foi para a lanchonete e lá ele esperava encontrar Ayumi, mas ela não apareceu, foi na loja de videogames, mas não estava lá – Por que estou querendo me encontrar com ela? – pensou – Acho melhor eu voltar para o trabalho. – voltando. Porém nos próximos dias, ele foi nos mesmos lugares, procurando-a, mas nada... Ele queria saber mais sobre ela, queria saber o motivo de querer tanto encontrá-la, queria saber o motivo de seu desaparecimento. Foi assim por duas semanas, até ele chegar à conclusão de que estava ficando meio paranóico com isso. – Acho que fiquei louco – pensou.
            Chegando em casa, Kazunari liga para o Sho, precisando muito conversar com ele – Sho-chan preciso muito conversar com você
- Calma Nino o que foi? – no celular
- Vem para cá?
- Já estou indo – desligando. Kazunari logo arrumou um pouco sua casa, preparou um suco, e alguns lanches; porém Sho ainda não havia chegado – Droga Sho-chan onde você está? – pensou, olhando para o relógio, mas 10 minutos depois Sho finalmente chega. – Finalmente! Achei que você não viria
- Calma Nino, cheguei não cheguei? Agora me fala o que foi? – se sentando no sofá
- Né Sho-chan... – se sentando ao lado dele – Há mais ou menos duas semanas ando querendo me encontrar com uma pessoa, mas não importa aonde eu vá não consigo encontrá-la
- Calma primeiro quem é? É alguém que conheço?
- O seu nome é Ayumi e acho que vocês não se conhecem
-... Hm... mas por que você quer se encontrar com ela?
- Não sei
- Por que você não liga para ela?
- Não tenho o número dela, a única coisa que sei dela é seu nome – uniu as mãos e olhou para elas
- Como assim Nino?
- Não pedi á ela
- Há quanto tempo vocês se conhecem?
- Nos conhecemos em uma loja de videogames
- Hm... e você não sabe mais nada sobre ela?
- Não
- Assim complica... Você não sabe onde ela trabalha? Ou o que ela faz no tempo livre? Nada?
- Nada, só seu nome mesmo – desanimado
- Nino como você se apaixonou por alguém que praticamente nem conhece direito?
- Quem disse que estou apaixonado? – surpreso
- Nino ninguém tem vontade de encontrar alguém que mal conhece assim como você
-...
- Vocês chegaram a conversar? Ou só chegaram a falar o nome e pronto?
- Já conversamos, sobre como eu poderia dar mais atenção ao Arashi do que ao videogame, e ela me disse que por causa do videogame muitos de seus amigos de antigamente a deixaram.
- Ela também é viciada em jogos?
- É
- E você pediu conselhos á ela? – surpreso
- Sim
- Nino! É obvio que você está apaixonado por ela!
-... Que? Mas ela é muito atrapalhada! Quase a atropelei na loja, ela derramou o meu suco em mim...
- Talvez é por ela ser atrapalhada que você está assim – sorriu – E o que ela é mais? Ela te deu um bom conselho?
- Deu sim, foi por causa dela que precisei conversar com o Aiba-chan há duas semanas atrás.
- Nossa então devo agradecer essa garota por ter aberto seus olhos
- E ela me disse que tenho sorte de ter amigos como vocês que nunca me deixaram... – sorriu
- Isso é verdade. Já tentou perguntar para o dono da loja de jogos sobre ela?
- Não
- Tente falar com ele amanhã – sorriu – Bom tenho que ir – se levantando – Jya nee – Mata ashita
- Hm – afirmou – Obrigado por ter vindo
- Não foi nada, mas se você a encontrar me avisa tá?
- Por que?
- Preciso agradecer ela – riu
            No dia seguinte, Kazunari foi até a loja de jogos, mas na hora de ir perguntar ao dono ficou tímido – Er... com licença... – timidamente
- Sim? – o dono era um senhor
- Er... você conhece uma garota chamada Ayumi? – disse – Droga, existe tantas Ayumis no mundo, é claro que ele deve conhecer alguma – pensou
- A Ayumi que você fala é a que sempre vem para cá? – perguntou, porém Kazunari não sabia se ela ia para lá todos os dias
- Sim – respondeu, apesar de estar inseguro com sua resposta – Você sabe onde ela está?
- Ela é minha neta – sorriu
- Ehh – surpreso
- Haha ela está no parque agora, está na hora do seu almoço
- No parque... ok... arigatou! – saiu correndo
- Er... de nada... – surpreso com sua rapidez – Haha esses jovens... mas está certo... afinal a primavera acabou de começar... – olhando para fora, onde havia uma flor de cerejeira.
            Enquanto ia até o parque, Kazunari relembrava os momentos que se encontrava com Ayumi, pode não ter sido das melhores maneiras, mas foi o bastante para deixá-lo assim de uma forma que nunca havia sentido – Há quanto tempo estou sentindo isso? – correndo, até finalmente chegar ao parque. Lá ele a viu sentada de baixo de uma árvore lendo um mangá
- Ayumi – ele disse, parado na sua frente
- Sim? – levantando a cabeça -... Você... – surpresa
- Estava te procurando – se agachando
- Por quê?
- Er... – não sabia o que falar direito, até se lembrar – Para devolver o seu troco – tirando do bolso algumas moedas.
- Que?
- Da lavanderia
- Não precisa – empurrando a mão dele para ele
- Mas... – se sentindo um baka
- É sério
- Hm... – guardando, ele nunca foi de insistir demais.
- Você me procurou realmente para isso? – não acreditando
-... Na verdade não
- Então o que foi?
-... Já faz mais ou menos duas semanas que estou te procurando...
- Que? – mais surpresa ainda
- Aishiteru – sussurrou, parecendo ter mexido apenas a boca.
-... – conseguiu entender e seu coração começou a disparar
- Não sei direito o que deu em mim, mas... o seu jeito desastrado, único... me deixo assim... Foi graças a você que consegui mudar e me entender com os membros
- Vocês se entenderam? – contente – Que bom!
- Graças a você... – sorriu – E então?
- E então o que?
- Qual sua resposta?
-... Kazunari eu... – fechando o mangá e colocando o no colo – Também queria te ver... mas... tinha medo, pois nos dias que nos encontramos você sempre foi grosso – sem olhar para ele – E achei que você me odiava e... – sendo interrompida por um toque em seu queixo e então um delicado beijo em sua boca
- Não tem como te odiar – olhando bem em seus olhos – Já disse que te amo
- Também te amo – vermelha
            Dois dias se passaram, Ayumi e Kazunari não paravam de falar um do outro, nas horas livres sempre ficavam juntos e... – Agora quero ver Jun você separar o Nino da Ayumi-chan – disse Sho de braços cruzados e sorrindo
- Haha dessa vez é impossível, mas desde que ele esteja ajudando a gente já está bom, então não irei fazer nada em relação a isso
- Haha para de ser severo demais Matsujun! – disse Aiba
- Não sou severo!
- É sim – disse Ohno
- Até você Riida – riu
- Hahaha – riu todos
- Do que vocês estão rindo? – disse Kazunari
- Não é nada – disse Sho – Vamos voltar ao trabalho

- Vamos!

~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.
Nota: Essa one fui eu mesma quem a escrevi ^^. Escrevi como forma de presente para uma amiga muito fofa que conheci do Arachikut *--*, Ayumi \o/... A one também é um pouco velhinha, mas muito fofinha ^^'. Espero que vocês gostem >_<

jya nee o/

[Oneshot] Infarto em plena festa [LIVRE]


Título: Infarto em plena festa
Livre
Oneshot
Gênero: comédia
Personagens: Kazunari, Yuki, Denise e os membros do Arashi.
Resumo: Denise estava planejando algo para o aniversário de sua amiga Yuki, e isso quase a fez ter um infarto em plena festa por causa da surpresa [não sou boa com resumos ><'']
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-

“Nunca!!!!”, reclamou mais uma vez.

Okay, eu realmente estou ficando cansada disso. POR QUE? É sempre a mesma coisa. Sempre. Eu preciso dele, e ele fica fazendo cena por qual motivo, circunstância ou razão?

Ele sabe, no final vai ter que acabar fazendo o que quero, por bem ou por mal. Mas eu sinceramente espero que seja por bem.

Meu estoque de bombas está cheio graças às autoras das fics, não posso deixar faltar uma só no meu arsenal. Ele sabe, corre perigo quando eu deixo me possuir pela outra metade de mim. Mas também sabe que eu não teria coragem de explodir uma bomba nele. Então por favor, vamos acabar logo com isso?

“Que droga, Kazunari! Fala sério, não é a primeira vez que isso acontece”.

Ele apenas virou-se de costas, os braços cruzados. Definitivamente, o eterno 17 sabe me tirar do sério.

“Você sabe que pode perder uma ninete?”, ameacei. Eu sabia que ele ao menos pensaria. Desde que soube que o Aiba não era o favorito das brasileiras ele tentava alcançar esse status. E perder uma de suas fãns para outro membro estava fora de cogitação. Ele odeia perder.

Ficou imóvel, pensando apenas. Sua posição era totalmente contrária aos personagens que ele interpretou. Como Yamada Tarou, e Kurono Kei.

“Aceita logo Nino, você sabe que não tem nada a perder”, Aiba insistiu.

“Tem idéia do trabalho que isso vai me dar?”, resmungou.

“Acho que vou ter que pedir pro Jun então...”, suspirei, provocando-o.

“NÃO!!! Eu faço! Eu faço!”, respondeu rapidamente.

“Arigatou eterno 17!!!”, joguei as mãos para o alto.

“Mas eu sou o eterno 17!”, não entendendo.

“Esquece! Vai se preparar vai!”, empurrei-o.

“O que aconteceu?”, Jun chegando na sala.

“Nada, mas hoje eu preciso de vocês cinco”, pedi.

“E eu?”, Chinen.

“Menino, sai daqui!!!”.

“Mas eu também sou...”, Chinen sendo interrompido.

“Não! Não é!”, le Jun DoS fechando a porta na cara dele.

“Coitado...”, Aiba.

“Então, como ficou tudo?”, Sho entrou.

“Quase tudo pronto”, anunciei.

***

“Arigatou neh! Adorei a festa!”, Yuki agradecia. A festa tinha feito no domingo para que todos pudessem ir.

“Nada! Aproveita tudo heim?!”, Kenia.

“Lógico!!! Esse é uma das melhores festas que eu já fui!!”, Yuki.

“Ainda não viu nada”, Denise sussurrou.

“Heim?!”, Yuki.

“Nandemonai”.

“Hey, Yuki! Canta pra gente”, Saori chamou.

“Mas... qual música?”, Yuki.

“Niji neh! É seu ichi...”, Kenia.

“E a gente conseguiu um cara que toca!”, Saori.

“Então ta!”, Yuki ^^.

Yuki subiu no palco e pegou o microfone. O som do piano começou a tocar no fundo. Também havia um microfone para o pianista. Yuki sentou encima do piano.
  
Logo, a letra começara.

 Itsumo sou yo.
Suneru to kimi wa.
Watashi no daiji na mono wo kakusu desho.
Sono basho wa kimatte onaji dakara.
Kyou wa saki ni itte matte miru wa.

Kisetsutachi ga yuuhi wo tsurete kite
Kage ga watashi wo mitsukete nobiru…

BIKKURI shita kao de watashi wo mitsumete wa
Kyuu ni kuchi togarase PUItto soto miru no.
Gomen ne. To iu to
Jaa kocchi ni kite yo to
Nee, hora mite mite
Kage ga kasanatta…

Uma pausa na letra. Yuki lembrava de todos os solos que assistiu do ídolo. Mas essa música é especial. Logo, ela começou a cantar novamente. Mas junto com a sua voz, havia outra.

Kasa ga butsukari massugu arukenai.
Sonna watashi wo mite waratteiruno.

Ela ficou estática, apenas olhando o pianista que tirara o capuz que cobria seu rosto. Era Kazunari.

Watashi mo yatte misete ageru no.
Onaji you ni kuchi wo togarasu…

Yasashiku warau kimi ga
Kono jikan ga kuukan ga
Nakitakunaru kurai
Ichiban daiji na mono dayo.
Waza to togaraseteru…
Watashi ni gomen ne no henji wo motazuni
Yasashiku KISU shitano…

Korekara wa chotto kurai no wagamama
Itte mo ii yo.
Demo watashi ni dake yo.

A música passava e Yuki não conseguia abrir a boca. Ela cantara Niji com o próprio Kazunari tocando para ela. Essa emoção era algo inexplicável.

Mendoukusai kara tte
Sunao ja naindakara
Nande ienai no kana?
Suki dayo.
Hitokoto yo?
Tamani wa kikitai na.
Kyou wa watashi to kimi ga
Myouji wo kasaneta hi.
Ai ga me fuita hi.

La…la…la…

Niji ga KIREI dayo.
Iya, omae no hou ga…
TERE hajimeru kimi ni

Arigatou. Arigatou.

Yuki se beliscava pra conferir se o que via era verdadeiro ou mais um sonho. Mas seu braço agora vermelho comprovava: realidade.

Logo depois do piano, pelas portas do salão, o Arashi entrava puxando um “Happy Birthday to you”, e o bolo entrava com uma mesa com rodinhas até Yuki.


~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~

Nota: Não fui em quem escreveu essa one ^^', foi uma amiga minha quem escreveu, e ela me deu essa one de aniversário kkkk é um pouco "velha" a one porque é do ano passado '-' [eu acho], mas eu estava lendo essa fic nessa semana e decidi postar aqui no blog ^^v. Espero que tenham gostado =)
Ah e Arigatou ne Denise pelo presente m(_ _)m eu realmente fiquei muuito feliz xD

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Só queria dizer: Eu te amo - Capítulo 8


Capítulo 8 – Uma grande besteira


-... Por que está me dizendo isso? Por que disse aquilo para mim, se você sabe muito bem que aquela palavra é uma das mais importantes para mim? Você brincou com ela...
- Desculpa Ai, não queria deixar você triste, eu só disse aquilo porque me preocupo com você e eu não brinquei com a palavra porque sei o quanto ela significa para você. Eu só...
- Nunca mais diga uma coisa dessas para mim... daquele jeito! Nunca mais me abrace para me dizer aquilo se for para dizer a palavra por achar que preciso dela. Não quero que você me abrace, daquele jeito – chorando – Não quero que diga aquilo... – Sendo interrompida por um beijo e um abraço do Kazunari, que acaba fazendo os dois caírem e ficarem deitados na cama.
- Desculpa... mas você fala demais, mesmo não tendo voz – se levantando – Esqueça o que aconteceu... tenho que ir – indo até a porta e saindo
- Por que você me beijou? Podia muito bem ter me ignorado e ir embora... – chorando – Mesmo eu não tendo voz eu continuo falando com as pessoas “normalmente”... Eu tenho... que aceitar o fato de eu não poder mais conversar com as pessoas normalmente... tenho que parar de mexer minha boca, para apenas ficar ouvindo. – chorando e abraçando as pernas – Mas mesmo assim... não precisava ter me beijado daquele jeito, Kazunari... seu idiota – gaguejando, pensou.
        Enquanto isso Kazunari estava encostado na porta do quarto dela, de cabeça baixa e chorando – Gomen Ai... mas isso foi para o seu bem, você jamais seria feliz comigo; Jamais teria tempo para ficar com você. Você merece um homem que te de o tempo que mereça. – andando para o fim do corredor.
Alô? Nino? – disse Jun
- Jun, você tem um tempo? – com a voz baixa
- Tenho, mas tudo bem se o Sho for junto? É que fiquei de dar uma carona para ele
- Tudo bem, vou estar esperando na minha casa.
- Ok, jya. – desligando o celular.
        Rapidamente Jun e Sho chegaram na casa do Kazunari, a porta estava destrancada – Com licença Nino... – disse Jun
- Nino onde você está? – perguntou Sho
- Aqui – com a voz triste, e chorando; deitado no sofá.
- NINO! O QUE ACONTECEU?! – gritou Sho
- Eu... eu... falei... algo MUITO RUIM PARA A AI! – gritando feito uma criança.
- O... o que você disse para ela? – perguntou Jun
- Eu disse que não a amo... que era tudo mentira e... que eu disse aquilo porque os pais dela não a visitam e que achei que ela precisava ouvir aquilo. – chorando e se sentando.
- Por que disse uma besteira dessas?! – disse Sho
- PORQUE ELA JAMAIS SERÁ FELIZ COMIGO!
- E você chegou a perguntar sobre a opinião dela? Ela ao menos disse o que sente para você? – perguntou Jun
- Não
- E se por acaso ela te ame, você não acha que ela já saberia que você não teria tempo para ficar com ela? – disse Jun, sentado no sofá. – Você deveria parar de pensar apenas em sua opinião, e começar a pensar nos sentimentos dela, se você a ama.
- Jun... não me deprima mais do que eu já estou
- Mas Nino, o Jun tem razão... você ficou pensando tanto pelo seu lado que se esqueceu completamente da opinião, dos sentimentos da Ai. – disse Sho.
- Vocês dois não estão me ajudando muito... Mas mesmo que vocês me digam isso, com que cara eu vou voltar a conversar com ela?
- Seja você mesmo, seja sincero, diga bem nos olhos dela o que sente. – respondeu Jun.
- É uma boa idéia, mas antes de você fazer isso... o que a Ai disse depois do que você disse? – perguntou Sho
- Ela ficou falando que não quer que eu a beije novamente, não a abrace e ela disse que eu brinquei com a frase favorita dela. – olhando para o chão
- Mas não deixa de ser mentira – disse Jun, sério
- EU SEI DISSO! É POR ISSO QUE ESTOU ASSIM! – se descabelando.
- Calma! – disse Sho, segurando os ombros do Kazunari. – Você fez a besteira, agora o único que pode resolver isso é você!
- Bom já está tarde temos que ir, porque amanhã temos que acordar cedo. – disse Jun, se levantando que logo depois dele Sho fez o mesmo.
- Mas já? Vocês ainda não me disseram o que eu faço!
- Você é o único que deve saber o que fazer agora... Foi você que fez a besteira, sozinho; então agora você vai arrumar ela sozinho! – disse Jun, indo para a porta – Até amanha, Nino
- Espera... – disse Kazunari, mas eles já foram. – Droga... eles não me ajudaram em nada – se jogando na cama e começando a chorar.
        No hospital, Ai ainda não conseguiu dormir, e ainda estava pensando no beijo, no Kazunari, mas principalmente no que ele disse. – Será que... você sempre sentiu pena de mim? Quando nos conhecemos eu estava chorando, e você veio até mim e perguntou “O que aconteceu?”; eu fiquei com um pouco de medo de você, mas com o tempo eu... comecei a gostar mais e mais de você, até que eu percebi que esse gostar virou uma paixão. Por que fui me apaixonar por você? Você... jamais sentirá o mesmo que eu. Eu fui muito boba de ter imaginado que, o que você disse naquela hora fosse verdade – deitada e chorando.
        Depois de tanto chorar, Ai e Kazunari dormem e um sonha com o outro, um sonho com o final igual... ambos se afastando um do outro, e chorando.
        Rapidamente amanheceu, e Kazunari e Ai logo acordaram com a luz do sol pela janela – Já amanheceu? O que será que ele (a) está pensando agora? – pensou os dois, olhando para a janela.
- Com licença – disse o médico, entrando. – Você está melhor Ai?
- (afirmando com a cabeça)
- Que bom! Tenho uma ótima noticia para você
- (olhando para ele)
- Ah... assim não dá... o que aconteceu? Não dormiu direito?
- (afirmando)
- Hm... por que?
- Pensando em algumas coisas
- Hm... já que é assim, vou te dizer a minha surpresa... Você já pode ir para casa! – sorrindo
- (olhando para ele, com os olhos mais ou menos arregalados e sorrindo)
- Até que enfim você sorriu... Bom eu tenho que ir, tchau – saindo do quarto
- Até que enfim eu vou poder sair daqui- sorrindo e se levantando e indo em direção á mala.
...

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Só queria dizer: Eu te amo - Capítulo 7


Capítulo 7 – Esqueça...

No dia seguinte Kazunari não apareceu no hospital e isso foi um pouco bom para a Ai já que, ela estava muito pensativa em relação ao que ele disse:
- Aishiteru...  – isso não saia da sua cabeça nem um minuto.
- Por que logo na hora “H” eu não consegui dizer o que sinto? Esperei tanto tempo para um dia me confessar a ele... Há doze anos eu não consegui dizer por causa do trem, agora... não consigo dizer porque não tenho coragem e voz para isso. Sempre pensei em como seria me confessar para ele, agora tudo o que pensei foi destruído da noite para o dia. – pensou, sentada na cama e olhando o dia claro, quase sem nuvens pela janela. – Será que eu jamais irei me confessar para ele? – disse ela – Hm... provavelmente... – sorrindo, quase chorando e olhando para frente de sua cama.
- Com licença – disse uma enfermeira – Vim saber se você está bem.
-... – afirmando com a cabeça
- Ué? O Nino não veio hoje?
- (negando) Ele está cheio de trabalho – mentindo, pois não sabia o verdadeiro motivo.
- Hm... deve ser ruim né? Ser famoso. – ao lado dela.
- (Sem saber o que responder)
- Bom, desculpa, mas eu tenho que ver os outros pacientes. Com licença
- (abaixando a cabeça e levantando devagar e voltando a olhar para fora, pensando no Kazunari) – Será que o que aconteceu ontem, foi um sonho?... Provavelmente não, e isso me aterroriza ainda mais... Por não conseguir responde-lo e ainda por cima ele não faz a mínima idéia – chorando e abraçando as pernas.
        De repente Sho entra no quarto e a vê chorando – Er... com licença... – na porta.
-... (levantando a cabeça e rapidamente enxugando as lagrimas) Aconteceu alguma coisa?
- Eu é que pergunto, por que está chorando? Está com saudades do Nino? – se sentando na beirada da cama.
- (negando) Mas por que você veio?
- Vim pedir desculpas sobre ontem, não sabia que é muda... o Nino me contou... Eu me senti meio que o “vilão” da história, fui ignorante com você... – abaixando a cabeça.
- (levantando a cabeça dele) Você jamais seria o “vilão” por causa daquilo... você assim como muitas pessoas, não sabia que sou muda... Eu não estou triste pelo o que aconteceu, estou até feliz... porque conheci você e os outros – sorrindo
- Arigatou... – abaixando a cabeça -... Você realmente é bem interessante – sorrindo
- Que?
- Ah, nada! Só pensei... Sabe, provavelmente o Nino não virá hoje, ele está cheio de trabalho; mas ele disse que lamenta por não poder vir.
- Tudo bem, eu não posso sempre depender dele para cuidar de mim... Eu quero aprender a ser mais independente das pessoas ao meu redor, principalmente o Kazunari. Ele que está sempre ocupado com o trabalho, não quero tirar o tempo livre dele...
- O Nino não fica com você, porque é uma obrigação... ele cuida de você, porque ele realmente se importa com você e duvido muito que ele não esteja feliz cuidando de você; ou seja você está tornando o tempo livre dele menos chato... jogando o tempo todo vídeo game
- (rindo) Eu não acho chato ficar o tempo todo jogando, quando éramos crianças sempre brincávamos na casa dele. E eu sei que ele gosta de cuidar de mim... – relembrando o momento em que ele disse “Aishiteru”, vermelha.
- (percebendo que ela lembrou de algo importante) Bom, eu tenho que ir, só vim mesmo para te dizer desculpas. A gente se vê – se levantando
- Hm (afirmando com a cabeça)
        Assim que ele saiu do quarto, o médico entra dizendo que no dia seguinte ela terá alta e isso obviamente a deixou muito feliz. – Ué, o Ninomiya não vem hoje? – perguntou o médico
- Não, ele está cheio de trabalho
- Hm... ser famoso é mesmo muito trabalhoso
- Ser médico também – brincando
- (rindo) Não deixa de ser verdade. Acho que nunca te contei, mas eu tenho um sobrinho que estuda na mesma faculdade que você, ele está cursando medicina veterinária.
- É mesmo? Como ele se chama?
- Takanari
- Hm... não conheço
- Mas mudando um pouco o assunto, como você vai fazer, vai sair da faculdade?
- Ainda não sei.
- Você não tem uma segunda opção, se não desse certo teatro... alguma outra coisa?
- (negando)
- Que pena. Bom eu tenho que ir, tenho que atender os outros pacientes, jya – saindo do quarto.
        Depois de conversar com o médico, Ai começou a pensar no que fazer por causa da faculdade – Meu sonho sempre foi atuar ao lado do Kazunari, agora desse jeito... isso não será possível. Será que por não ter voz, terei que desistir de muitas coisas? Será que terei que desistir do Kazunari também? – chorando – Não quero... não quero desistir da única pessoa que me deixa feliz – abraçando a perna. Sem perceber, o sol já estava se pondo, as folhas das árvores estavam voando alto, apesar do vento estar fraco, mas fresco; os pássaros já estavam cantando dizendo que é hora de voltar ao ninho; e não se ouvia muito o som dos carros e por causa disso Ai acabou dormindo
        À noite, mais ou menos ás 11 horas, Kazunari entra no quarto; bem devagar e se aproxima dela, sentando – se ao seu lado. – Gomen Ai, tive muito trabalho – acariciando o rosto dela, fazendo com que ela acordasse.
- Kazunari? – abrindo os olhos
- Desculpa, não quis te acordar – sussurrando.
- Tudo bem – se sentando – Você chegou agora?
- Aham
- Né Kazunari sobre o que você me disse ontem, eu...
- Esqueça o que eu disse ontem
- Que?
- Eu disse aquilo porque achei que você estava precisando ouvir aquilo de alguém, já que seus pais, nem seus irmãos vieram te visitar. Queria te mostrar que você não está sozinha, sempre serei seu amigo